terça-feira, 30 de abril de 2013

Abandon - Talk To Me (fale comigo)

"Eu me sinto preso e eu preciso saber, Oh, diga-me o que o futuro nos reserva. Eu quero as respostas, então mostre-me o que está acontecendo.  Eu não posso ficar sentado esperando. Tenho que ir e eu tenho que ir agora. Quanto tempo mais eu tenho que esperar aqui?
Ainda tentando descobrir. Minha cabeça continua girando ao redor. Por que, por que? O que é que tudo isso significa? Ei, ei, Tu não vais me dizer? Eu não sei para onde ir porque eu nunca fui por esse caminho. Estou cansado de preconceitos e obsessão. Então, eu estou pedindo. Por favor, fale comigo!
Bem, eu Te encontro quando as rodas pararem de girar e meu caminho encontrar um beco sem saída. É claro que eu estou perdido. E eu volto para a Tua direção. Tu me mostras que eu tenho desperdiçado, perseguido, errado. Minha fé em respostas que só escurecem minha mente... Oh, mas eu estou
Ainda tentando descobrir. Minha cabeça continua girando ao redor. Por que, por que? O que é que tudo isso significa? Ei, ei, Tu não vais me dizer? Eu não sei para onde ir porque eu nunca fui por esse caminho. Estou cansado de preconceitos e obsessão. Então, eu estou pedindo. Por favor, fale comigo!
Se eu não sei para onde ir, Tu és o único que vai saber. Estou perdendo o controle, mas está tudo bem, está tudo bem. É como se nós já tivéssemos estado aqui antes e eu ainda estou aprendendo com certeza. Eu não posso ignorar que está tudo bem, sim, está tudo bem."

terça-feira, 16 de abril de 2013

Rotina

Sentou e esperou a chegada da inspiração. Então, olhou para o céu da janela à sua frente e o vento balançou a ponta esquerda da persiana quebrada. Aí, percebeu que já era poesia. Quis criar, quis amar e, principalmente, esquecer o nervosismo que causava mal-estar. Olhava a Bíblia; a capa roída pelo rato-uso. Queria que aquele de quem falava o livro se apressasse. Quis que voltasse o ano passado, o do ensino médio, mas temia. Num lapso, lampejo de pensamento, fez um traço no joelho. A caneta vermelha não mentiu o ócio doloroso. Ela - a primeira que achou - se encontrava sem tampa como sua dona. Esfregou com o dedo o traço, apagando-o. Quis que o tempo voasse e, de súbito, quis que ele lhe trouxesse as lembranças e as encantasse em realidade. Resolveu parar de narrar a própria história.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Progressão

Já foi pior. Já passou o tempo em que era difícil saber de onde vinha a força pra seguir em frente. Passou. Tenho feito escolhas. Tenho sorrido mais do que tenho tentado mostrar a vontade de chorar. Tenho acreditado no que vale a pena. E não tenho me arrependido. Sonho bem sucedido. Gosto dos pontos finais: dizem-me onde termino e onde posso continuar. Estou bem. Corrijo: estou ótima, cada vez melhor.