quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Houve algo que não tenha sido adeus nesse ano?

Mofo, amigo meu. Quantos olhos! E eu fui embora, deixei tudo. E não convinha realmente ficar, entenda-me. Eu fiz questão de esclarecer o porquê da minha partida, mas ficaste parado. Não disseste nada. Um "poxa" rasgou o silêncio como com uma serra elétrica. E eu comecei a chorar. Eu te amo, mofo! Não te esqueças dessa indelicadeza andante sem que haja um motivo mais forte para fazê-lo. E eu, mofo, não te limpo da minha memória nem por quinze borboletas num frasco.