quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Sobre pesquisas tendenciosas

Assisti a um vídeo em que se apresentava a crianças situações em que uma pessoa pedia outra pessoa do mesmo sexo em casamento. Logo notei que havia um esforço em convencer o espectador a defender o casamento entre homossexuais. Pensei em me posicionar: acho que ilegal é uma palavra muito forte. Lembro-me de que uma das crianças diz que ninguém pode ser impedido de fazer o que gosta. Só para constar, ela não disse isso por dizer. Toda uma sequência de perguntas cooperaram para o desenvolvimento dessa afirmação na cabeça dela. Enfim, disse isso. E eu fiquei pensando: bom, beleza, mas, se uma pessoa gosta de se embebedar até que perca a consciência, eu devo dizer que está certo? Acho que o casamento deles não deve ser ilegal, porque eles não cometem um crime fazendo isso, mas penso que as religiões não devem ser impedidas de demonstrar suas noções de certo e errado. Segue quem quer! Não pense ingenuamente que a legalização fará com que as relações homoafetivas sejam aceitas por todos. Por outro lado, e bem extremo, diga-se de passagem, não vejo democracia na ideia de um líder religioso ser obrigado a ministrar ou abençoar esse tipo de cerimônia. Chega a ser ditatorial!